Sobre a Wolffs


Essa página vai ser atualizada algumas vezes até o blog voltar do hiatus ;)


Escrever bios é uma coisinha bem chata, mas mesmo assim vou fazer um esforço e deixar essa página falando mais sobre o cérebro a pessoa por trás desse blog: eu, Deborah Tassiane A.K.A. Deborah Wolfgang A.K.A. Wolffs.

Eu nasci em 21 de Agosto de 1993 na Praia Grande, litoral paulista, e morei lá quase a vida toda, até ir passar um ano em SE e depois voltar pra SP. Agora tô no interior, mais precisamente em Jundiaí, e nem sei quanto tempo vou ficar por aqui. Wanderlust. Peel off the layers until you get the core.

E como é complicado fazer uma bio bonitinha em forma de texto, eu optei por deixar essa lista quilométrica substancial que mais parece aquela TAG 50 Fatos Sobre Mim que ninguém quer saber, ok? Então Allons Y!


- Wolfgang
 significa “membro de uma alcateia”, em alemão (o W se pronuncia como V). Eu não escolhi esse sobrenome por causa do personagem de Sense8, como já me questionaram (nunca assisti essa série, aliás), mas sim por causa de dois artistas que admiro demais: o compositor austríaco Mozart, cujo nome completo é Wolfgang Amadeus Mozart, e o escritor alemão Goethe, que se chamava Johann Wolfgang von Goethe.

- Eu tive a ideia de usar Wolffs como apelido depois de ver o filme Amadeus (1984), uma biografia de Mozart, em que a esposa dele o chamava de “Wolfie”. Eu tinha pensado em usar esse apelido, mas achei masculinizado e não parecia que ia combinar comigo, já que em inglês é algo do tipo “lobinho”, e o lobo não é meu espírito animal, então veio a ideia de Wolffs, que é só um termo estilizado sem significado exato. Eu costumo brincar dizendo que não é plural de wolf (lobo) (o plural é wolves).

- Embora eu goste bastante de lobos (o que ficou evidente pelo Wolfgang), o meu espírito animal é o gato. Desde a infância, sinto uma conexão muito forte com eles.

- Eu acho a dieta vegana a coisa mais linda, mas impossível pra mim. Embora consiga passar muito bem sem carne, viver sem derivados do leite está além da minha capacidade. Sad but true.

- Minha personalidade é do tipo INFP com traços de INFJ (o que é mais comum do que vc imagina), portanto estou no espectro da introversão. A energia das pessoas ao redor me afeta profundamente, e às vezes eu fico com sobrecarga sensorial e emocional. Criar conexões rasas com outras pessoas é impossível e ridículo pra mim, e eu valorizo muito as conexões que já tenho, mesmo sendo poucas. Ficar muito tempo sozinha nunca foi problema pra mim.

- Eu não fui criada numa família grande, e durante toda a infância morei numa rua onde praticamente não havia crianças. Foi só a partir dos 5, 6 anos que comecei a ter contato com pessoas da minha faixa etária. Foi nessa época, também, que a minha irmã nasceu.

- Eu aprendi a ler com 5 anos de idade, comecei a escrever poesia com 12 e a partir dos 15 anos adotei a segunda fase do Romantismo (Ultrarromantismo) e o Simbolismo como minhas escolas literárias preferidas.

- O rock me proporcionou o primeiro contato com cultura alternativa, e já passei por diversos momentos com ele: new metal, alternative rock, symphonic, indie, post punk, gothic e hoje uma mistura de tudo isso.


- Entre os principais gêneros que adotei pra além do rock estão a música eletrônica, experimental, new age, synth, trip hop, pop, ambient, música erudita, soul, folk, country, etc.

- Na época em que ouvia bastante gothic e symphonic metal, me identificava com a estética da subcultura gótica (que é muito apreciada por quem curte essas vertentes do metal), porém hoje não faço parte de nenhuma subcultura específica, coisa típica da chamada geração Y.


- Entre os estilos que admiro estão boho, retro, mori, lolita, pastel goth, grunge (não confundir com soft grunge/pale grunge, que também admiro), steampunk, sereismo (que não tem nada a ver com seapunk, que também é legal), dark cabaret, e outros mais.

- Quando tenho que comprar roupas, escolho por tipo de loja e pela ocasião (festa, casual, etc.). quando entro na loja, saio "farejando" até achar alguma coisa que me agrade, e me guio também pelas cores.

- Sou um desastre pra acompanhar filmes e séries, mas se vc me indicar algo que tenha suspense, investigação, fantasia, coisas caricaturais, aventura, steampunk e ficção científica, ou se passa em outra época, é provável que eu veja.

- A série que me deixou mais deprimida até hoje foi Black Mirror. Como as temporadas são bem curtas, (tipo Sherlock), achei que seria fácil ver tudo de uma vez, mas até hoje só consegui ver dois episódios .-.

- Desde que conheci o Interpol, tenho uma ~inveja branca do Paul Banks. Sempre penso que, se trabalhasse com música, iria fazer de tudo pra performar como ele.

















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