Música: Bandas com vocais femininos pra conhecer já


Oi, amigos, como estão? Espero que estejam bem =)

Depois de eras sem conseguir retornar a esse tema, enfim está liberado mais um post sobre música no blog! Esse é o primeiro post musical de 2017, por isso quis fazer mais do que indicar artistas aleatoriamente: dessa vez tem bandas com mulheres no vocal! Eu sei que a ideia não é nada original, e provavelmente vcs conhecem e gostam de bastante coisa do tipo, como Garbage, Florence and the Machine, Paramore e afins, só que essas daqui, apesar de não serem tão conhecidas, também valem a pena, juro.

Como já falei outras vezes, as minhas playlists mudam muito rápido pq as minhas vibes mudam num ritmo sobrenatural, então nem sempre dá tempo de elaborar um post completo e detalhado sobre cada uma delas, sem contar que rolaram por aqui outros projetos interessantes e uns posts aleatórios e pessoais, que também são alguns dos meus preferidos. Mas escrever sobre os últimos achados musicais, indicações e vícios de playlist continua sendo minha grande paixão em relação ao blog.

Fazendo um resumo: o fim de 2016 foi um tanto caótico. Sinto que foi um dos mais difíceis de atravessar e de me organizar, e as mudanças bruscas no conteúdo do meu player refletem bem isso. Mas teve um tempo que sempre que saía de casa já botava pra tocar uma lista de +40 músicas nostálgicas de rock e metal com vocais femininos: tinha desde Delain até In This Moment, passando por The Pretty Reckless, After Forever, Lacuna Coil, Leaves’ Eyes, Evanescence, Nightwish, Halestorm, Within Temptation, Draconian e muito mais coisas que não vai dar pra mencionar aqui.

Já mais pras últimas semanas, andei revendo meus trabalhos de tradução e voltei a ouvir algumas músicas da Emilie Autumn, à qual prometi dedicar um post bem detalhado, um dossiê mesmo pq olha, se vc ainda não a conhece, tá perdendo tempo (eu falei da biografia dela nesse post aqui). E também aproveitei uma semaninha de teste do Spotify Premium pra sair caçando algumas coisas bacanas, algo que não fazia há tempos e que me renovou, pq as listas estavam ficando meio repetitivas.

Sem mais, segue a lista das bandas, com uma capa de disco representando cada uma.


Cold [2010]

Be Forest

País de origem: Itália
Pra quem curte: Indie, Post Punk Revival, o som da girlband Dum Dum Girls, o ar dark do Echo and the Bunnymen e arranjos eletrônicos oitentistas no geral
Discografia: Cold (2010), Earthbeat (2014)

O Be Forest faz um som indie misterioso e agradável de se ouvir. Encontrei por acaso enquanto rodava o YouTube atrás de alguma coisa legal pra passar o tempo. Eles têm dois discos, mas o Cold foi o que consegui absorver melhor (inclusive é o que estou ouvindo no exato momento em que escrevo esse post).

A banda tá em atividade desde 2010, começando como um trio (Nicola Lampredi como guitarrista, Erica Terenzi na bateria e nos vocais e Constanza Delle Rose no baixo e também nos vocais), mas adicionaram mais um membro (Lorenzo Padioli com os arranjos eletrônicos) para o Earthbeat, que talvez por ser mais alegrinho ainda não tenha me conquistado como o Cold.

Os vocais da Erica e da Constanza são doces e se entrelaçam tão bem ao som e às batidas marcantes que em alguns momentos podem parecer imperceptíveis, e as letras, em inglês, indecifráveis. Soam como vozes utópicas, distantes como aquelas que ouvimos quando estamos sonhando ou num estado de semiconsciência. Pra quem tem preferência por vozes suaves e enigmáticas, é uma ótima escolha.

Como eu tenho um apego muito forte por artes visuais, confesso que esse disco não teria me chamado tanta atenção se não fosse pela arte de capa, surreal e instigante: uma floresta como aquelas do mundo dos sonhos com a sobreposição de três cópias de uma fotografia recortada em formato triangular de uma pessoa albina segurando uma gaiola que não consegui perceber se estava ou não vazia, arte essa que deixa margem para as mais loucas interpretações. A paleta de cores frias que se limita aos tons de azul e verde, passando por uma insinuação de lilás, traz de modo perfeito para o âmbito visual a sonoridade fria e intimista desse trabalho.

Eu recomendo muito o Be Forest se vc for desses apaixonados por samples dos anos 80 e pelo post punk revival adotados por algumas bandas indie da atualidade.


The Black Belles [2011]

The Black Belles

País de origem: EUA
Pra quem curte: Garage rock, hardcore, rock gótico, bandas que investem em visuais contrastantes com a sonoridade e letras diretas e bem escritas.
Discografia: The Black Belles (2011)

O The Black Belles é uma banda formada inteiramente por garotas que começou em 2009, mas que em 2016 ainda chama atenção por ser uma girlband, vê se pode. Atualmente elas são um trio: Ruby Rogers como baixista, a baterista Shelby Lynne e a Olivia Jean nos vocais, na guitarra e como organista (sim, isso mesmo que vc leu, organista!)

O som delas levou um tempo pra conquistar meus ouvidos, porque nunca fui uma grande fã de garage rock, hardcore e nada do tipo (tá, hardcore quando era adolescente, mas ainda assim não era o ingrediente principal das minhas playlists).

As meninas foram apadrinhadas pelo Jack White e tem chamado atenção tanto pelo som divertido e pelas letras carregadas de honestidade e criatividade quanto pelos visuais trevosos, como fica evidente na capa do primeiro disco, que é homônimo: nos shows e na maioria das fotos encontradas pela rede, dá pra notar que elas seguem a linha nugoth (tendência que tem incomodado muitos góticos tradicionais, mas deixa quieto), com a predominância da cor preta, make carregada e chapéus floppy para todas elas. Por causa disso, as Black Belles já foram rotuladas como “garage goth".

Eu conheci a banda por acaso, num post do Moda de Subculturas, e fui procurar saber mais, só que infelizmente não achei muito mais informação do que o que tá aqui. Pra ficar atualizado, é melhor vc ir direto na page do Facebook delas, pois o site anda meio parado, pelo que percebi.


Walking With Strangers [2007]

The Birthday Massacre

País de origem: Canadá
Pra quem curte: Industrial, eletrônica, vocais fofos, letras fortes e arranjos sonoros que lembram caixinhas de música e brinquedos antigos, mais ou menos o que vc teria se colocasse guitarras nas músicas da Melanie Martinez
Discografia: Imagina I (2000), Imagina II (2001), Nothing and Nowhere (2002), Violet (2005), Walking With Strangers (2007), Looking Glass EP (2008), Show and Tell [Live] (2009), Pins and Needles (2010), Imaginary Monsters EP (2011), Hide and Seek (2012), Superstition (2014), Imagica [compilation] (2016)
Pra ouvir: Diaries, Red Stars e In The Dark

O The Birthday Massacre existe desde 1999 e até 2002 usou o nome Imagica, trocando então pelo atual. Eles são bastante ativos e lançaram vários trabalhos, que incluem desde álbuns ao vivo a EPs com remixes. O último foi o disco Imagica, que na verdade é um relançamento das duas primeiras demos da carreira.

Eu conheci o TBM por acaso quando tinha uns 15 anos, nem tenho mais certeza, numa daquelas revistas de música pra adolescentes (mais especificamente, de rock), na página onde os leitores podiam falar sobre o que estavam ouvindo no momento e dar dicas de artistas novos, e uma menina falou deles de um jeito bem fofo. Quando li a descrição "gótico industrial" e vi na foto que os apresentava que tinha uma garota, não pensei duas vezes em procurar as músicas. Não me arrependi.

Eles misturam sons pesados e batidas eletrônicas que chegam a ser fofas e relaxantes em alguns momentos, unindo-se perfeitamente à voz da vocalista Chibi, que se arrisca nos guturais em algumas músicas como Blue, mas que prefere as notas agudas e suaves, até infantis, o que contrasta bastante com as letras que mais parecem narrativas de filmes de terror e policiais dos anos 80. Com seus vestidos coloridos, piercings e tattoos, Chibi, que já lançou um livro sob seu nome verdadeiro, Sarah Taylor, e fez um vídeo falando sobre bullying há um tempo, faz uma mistura interessante de elementos doces e macabros em seus looks, assim como os outros membros, coisa que lembra muito o Gothic Lolita e que parece ser a base da trend Pastel Goth hoje em dia.

O TBM tem seguido a linha creepy/cute nas artes visuais desde o começo, também: o símbolo da banda é um coelhinho branco, e a paleta de cores usual das capas dos discos dá destaque pros tons de rosa e roxo, junto do preto, não raro com silhuetas escuras de crianças com orelhas de coelho. Elas estão sempre em harmonia com a sonoridade do grupo, que feliz ou infelizmente não se alterou com o passar dos anos.



Scarlet Room

País de origem: EUA
Pra quem curte: Dark cabaret, piano, vozes femininas poderosas, letras teatrais e sentir como seria estar nos teatros e cabarés franceses do começo do século passado
Discografia: Scarlet Room EP (2006)

O Scarlet Room foi a última banda que conheci dessa lista, mas eu tenho uma história interessante com ela. Conheci quando (não tão) por acaso o Spotify me sugeriu uma playlist Steampunk. A lista era enorme, e algumas bandas ali eram boas, outras nem tanto, mas então me deparei com esse grupo que chamou bastante atenção não só por conta do nome, mas também pela arte da capa, com o desenho refinado de uma dançarina de cancan cercada por um padrão de rosas com os espinhos em destaque, tudo preenchido com vários tons de vermelho. É claro que depois fui direto pro Google pra saber o que era aquilo.

Eis o que descobri: o Scarlet Room surgiu em Seattle, formado por dois garotos e duas garotas, o que ainda é considerado uma formação inusitada. Começou como uma dupla, quando a compositora Eloyse Govedare e a cantora Aleksandra Weil, ambas formadas em piano clássico, se conheceram no Ensino Médio, mas alguns anos depois elas se juntaram a Kris Darr, guitarrista e baixista e ao guitarrista Timothy Keller.

A música do Scarlet Room é viva, sensual, dançante e é uma verdadeira viagem no tempo, até um mundo de rendas, fitas, luzes e palcos. A voz de Aleksandra é forte, emocionante e extremamente adaptável, algumas vezes soando grave e decidida, em outras, aguda e deslizante, até mesmo insana, perfeita para um musical no Moulin Rouge. Pode ser que vc estranhe, e até se decepcione um pouco, com o fato de as letras seguirem uma estrutura semelhante e que os versos finais de cada uma pareçam repetitivos, só que isso não torna o disco nem um pouco cansativo, pois cada uma é acompanha por uma melodia única. É surpreendente que eles tenham conseguido trazer tanto caos e diversão num EP de apenas 6 músicas.

Infelizmente, não consegui mais informações sobre a banda, pq queria muito saber se eles têm outros trabalhos além do EP. Mas ter conhecido esse disco valeu muito a pena. Aliás, o EP tá inteirinho disponível no Spotify.


Bônus:

Portishead - grupo britânico de trip hop que conheci como um dos preferidos da Amy Lee e tem uma música com o nome do blog. Se vc curte experimentalismo, eletrônica, ambiente, vocais fugidios e sussurrados, Portishead pode ser pra vc.

New Year's Day - banda de hard rock que encontrei num post do Diva Alternativa, com os vocais da Ash Costello. Acho que a música mais conhecida deles é Angel Eyes me corrijam se estiver errada, com o Chris Motionless. Não é o tipo de som que eu escolho logo de primeira, mas ótimo pra ouvir enquanto vc tá fora de casa.

The Asteroids Galaxy Tour - vcs vão se lembrar da banda dinamarquesa daquela propaganda da Heineken de 2010. Eles têm alguns EPs e 3 discos de estúdio, mas até hoje gosto mais do primeiro, Fruit, de onde tiraram a música do comercial, The Golden Age. O som deles é quase sempre animado, com toques psicodélicos e retro e vocais fofinhos.

Dorothy - conheci esses dias (mais precisamente nesse post aqui) e achei muito bom, embora não seja minha vibe atual. Se vc gosta de rock n roll, country, folk ou qualquer coisa que se ouça na estrada, vai gostar da Dorothy, que aliás também é o nome da vocalista.

Dum Dum Girls - falei delas aqui há muito tempo, e recomendo pra todo mundo que gosta de coisas que lembram os anos 80 e vocais limpos e doces mas que não soem enjoados depois de um tempo. O som delas é viciante.

Shadowside - é uma banda de metal brasileira que tem a Dani Nolden nos vocais. A voz dela é forte e impressionante, tanto que uma vez ela disse numa entrevista que "tem gente que não acredita que a voz que sai do microfone seja a minha". Mas é, e é ótima.

Thalion - foi uma banda de metal da baixada santista. Um amigo meu, que sabia que eu gostava de bandas de rock e metal com mulheres no vocal, me deu o disco Another Sun, que na verdade foi o único lançamento deles. Ele contou uma história interessante: um amigo dele havia aprendido a tocar guitarra com o guitarrista dessa banda. Embora a Thalion tenha encerrado as atividades, dá pra achar as músicas no Youtube.

Waxahatchee - eu falei tanto deles aqui que nem preciso fazer mais nada além de deixar os links dos posts: Música: As paixões das últimas semanas, Blogagem Coletiva: Meus CDs favoritos e Fim de 2015 e um ano de blog - parte 2: Os melhores achados musicais

Hop Along - o som deles lembra um pouco o do Waxahatchee, e é indicado pra quem gosta de pop rock, indie, folk (embora eu tenha visto o rótulo anti-folk .-.) e afins. Os vocais são agudos e um tanto rasgados, aliás.

E essas são as indicações de hoje! Espero que tenham gostado tanto quanto eu curti voltar a escrever sobre música por aqui, coisa que me fazia uma falta danada. E agora me contem se já conheciam alguma dessas bandas e quais são os vocais femininos que têm dominado as playlists de vcs!

Um beijo e até o próximo post! =)




Comentários

  1. passada com a magia desse post! já estou escutando the black belles! feminino eu escuto muito o 2o álbum da banda the like, que infelizmente acabou. também gosto em demasia da la sera!
    :****

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    1. Escrever esse post também foi mágico! haha Vou procurar as duas bandas pq tenho estado nessa vibe abençoada de procurar sons novos! Desde já agradeço por mencioná-las! ^^
      Um beijo!

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  2. Tô saindo pra trabalhar agorinha mesmo, mas já deixei uns vídeos da Black Belle baixando pra eu assistir quando chegar!
    Muito bom essa lista, que demais!
    Fugiu totalmente do convencional de bandas com vocal feminino!

    Beijo!
    www.vultuspersefone.blogspot.com

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    1. Rafa, as Black Belles fazem um som que anima o dia de qualquer pessoa! Espero que goste delas!
      Fico muito feliz que vc tenha gostado do post XD
      Um beijo, e bom trabalho!

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  3. Quero te dar um abracinho, olha TBM ali <3 Amo. Ouvirei todas.
    www.rumorandhorror.blogspot.com

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    1. BM é um amor!!! Quero retribuir o abracinho! <3
      Um beijo!

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  4. Vou te falar um negócio, eu adoro o som do The Birthday Massacre. Acompanho a banda desde os meus 16 anos e jamais deixei de gostar deles, quando bate aquela nostalgia de escutar a voz da Chibi... Sem contar que as primeiras bandas que escutei tinham vocais femininos: Halestorm (fã até hoje e acompanhante da carreira deles), The Pretty Reckless (Taylor Momsen é um gata e canta muito), Xandria (com suas N's vocalistas), Ninghtwish (com todas as três, mas ainda prefiro a minha eterna diva... O.O, esqueci o nome dela... a primeira vocalista), Delain, Lacuna Coil (sem comparações), Within Temptation, etc... E das que você citou ai eu me interessei pelas Black Belles.

    Até mais!
    womenrocker.blogspot.com

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    1. The Birthday Massacre >>>>>>> É uma daquelas bandas que a gente não tem como deixar totalmente de lado só pq passou um tempo, né? Esses dias resolvi revisitar o som deles e fiquei impressionada em perceber que continuo gostando tanto quanto antes. Todas as bandas que vc mencionou também tem um lugar especial no meu player e no meu coração hahaha
      Ah, e as Black Belles parecem estar ganhando a preferência de todo mundo que vem aqui! haha Mas elas são ótimas, então merecem ^^
      Um beijo!

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  5. É, indicações são sempre boas, hehe

    blogmylittlecandy.blogspot.com.br

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  6. ótimo post,eu gosto muito do The Birthday Massacre.
    bjo

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  7. Amei o modo como você escreve sobre as bandas e as músicas e, como eu estava com o youtube aberto, fui procurando cada uma das recomendações principais do post. Confesso que Be Forest (acho que a gaiola está vazia... kkk) e The Black Belles me conquistaram no estilo visual, mas a músicas não são muito minha vibe (eu estava ouvindo Birdy antes de começar a pesquisar as músicas do post eheheh).
    The Birthday Massacre, em especial a primeira música que você recomendou, Diaries, me lembrou muito uma vibe Euritmics da época... kkkk Sim, sei que estou viajando na maionese! Mas meu cérebro leigo fez a associação quando a música engatou kkk
    Scarlet Room já achei um pouco mais diferente, mas vou experimentar mais músicas ainda para formar uma opinião melhor a respeito.
    E anotei os bônus para pesquisar depois (adoro me perder na net procurando e descobrindo músicas e tudo o mais!)
    xoxo

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    1. É, se vc também acha que tá vazia, então deve tá mesmo! hahahahaa Realmente, a Birdy tem uma vibe totalmente diferente da dessas bandas, então se tivesse ouvindo elas nos últimos dias acho que também não teria curtido nenhum dos outros haha A música Diaries é uma das mais novas do TBM, mas eu a amo como as antigas, especialmente pela letra, sério, dá uma olhada quando puder! E a SR é a mais diferentona de todas aí, mesmo!
      Ah, também faço essas associações malucas de vezem quando hahaha
      Um beijo!

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  8. Ai meu Deus amei tudo! Já estou ouvindo aqui e quero conhecer todas *_* Ao contrário de você a minha playlist é sempre a mesma haha vai ser bom conhecer bandas novas pra variar um pouco!
    Obrigada pelas indicações!
    Beijos

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    1. Aline, minha playlist também tava na mesmice e chegou uma hora que eu falei não, para que tá feio isso aí, então voltei a procurar artistas novos, coisa que sempre gostei de fazer! hahaha Conhecer música nova é a coisa mais legal que tem!
      Não precisa agradecer!
      Um beijo!

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  9. Gostei do post pelo simples motivo de que não conhecia nenhum kkkk, pelas imagens gostei de The Black Belles e irei ouvir porque sou dessas kkk. Se gostar volto aqui e comento contigo o/

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    1. kkkkkk Elas não são mesmo muito conhecidas, mas são muito boas! As Black Belles fazem um som bem divertido! Espero que goste e pode voltar que eu quero saber o que vc achou hahaha
      Um beijo!

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