United Week #4: T A G Doctor Who


Oi, amigos, como estão? Espero que estejam bem =)

O quarto dia da United Week tem temática livre, e em vez de me afogar no meio da pilha de textos aleatórios nos rascunhos do blog e no PC, resolvi fazer uma TAG!

Já faz um tempo que tinha visto essa TAG linda rolando por aí e acho uma pena não ter sido indicada, por isso trouxe ela pra cá sem indicação mesmo: é a TAG Doctor Who! Aliás, se vcs souberem quem a criou, por favor avisem pra eu dar os créditos ;)

Antes de tudo: Caso vc queira ver o projeto desde o começo, aqui estão os links pro primeiro post (Universo Feminino), pro segundo (Livros) e pro terceiro (Culinária) ;)

Voltando ao quarto post: quem vem aqui há mais tempo sabe que o maluco da blue box é um dos meus melhores amigos, só que esse é o primeiro post inteiramente dedicado à série. São 12 perguntas sobre vários aspectos do programa, e por fim uma onde vc pode declarar seu amor por DW do jeito mais shakespeariano possível.

Então bora pra TAG Allons Y!


01 - Qual seu Doctor preferido?

Essa perguntinha é um tanto infame, mas é necessária como forma de orientação, pq quando vc diz que gosta mais desse ou daquele Doctor já dá pra saber um pouco sobre o que te chamou atenção pra ver a série. Pois bem, apesar de ter gostado de todos os da segunda fase, o meu preferido é e sempre será o Décimo Primeiro, ou Eleventh, do Matt Smith, por motivos de: ele é um velho preso num corpo jovem, como eu sempre imagino que deveria ser um Senhor do Tempo.

Se por um lado, o Décimo do David Tennant é quase totalmente jovial e o Décimo Segundo do Peter Capaldi representa bem uma fase madura do personagem, o 11th consegue ser as duas coisas ao mesmo tempo e eu acho isso fascinante. Às vezes, vc vai ver ele falando e fazendo coisas nonsense como se fosse uma criancinha (que nem daquela vez que ele viu a Amy grávida e perguntou se ela tinha engolindo um planeta), mas quando o negócio fica feio ele olha pra vc daquele jeito que te deixa gelado e te faz entender que é melhor vc correr. Eu até comentei com uma amiga minha que é fã da série que ele me dá um pouco de medo, e ela falou "Ah, ele é assim mesmo" haha

Outra coisa que eu acho muito linda são as conexões profundas que ele cria com cada pessoa que conhece e que se dispõe a ajudar, sejam adultos ou crianças. Gosto de pensar que o 11th é um dos Doctors mais sensíveis, tanto por esse apego aos amigos quanto pela maneira desinibida com que ele demonstra carinho pelos mesmos: ele não tem medo de abraçar, beijar ou andar de mãos dadas com as pessoas que gosta, e sempre se dirige a elas com tato e respeito.

Ah, e claro, a gravata borboleta. Não dá pra deixar de mencionar a gravata borboleta.



02 - Companion preferida

Novamente, eu gostei de todas as companions, cada uma por um motivo, e mais de umas do que de outras, só que se fosse pra escolher ficaria com a Martha Jones, pq ela é a que mais se aproxima do que eu tô vivendo no momento. A Rose Tyler era um pouco mais nova, e gosto muito de ela ter amado e confiado no Doctor do jeito que ela fez, só que ela estava iniciando a vida adulta e digamos que ainda tinha algumas coisas pra aprender e, portanto, precisava amadurecer (o que ela fez), uma etapa da vida pela qual a Martha já tinha passado quando se tornou companion.

A Martha tinha uma família toda excêntrica e um tanto bagunçada, muito distante da família tradicional das propagandas de margarina, só que ela não pirou por causa disso nem deixou de amá-los pelo que eles eram, e eu (que também não sou de família tradicional) acho isso muito bonito apesar de difícil. Esse equilíbrio foi a primeira coisa que gostei nela, desde o seu primeiro episódio: enquanto todo mundo em volta se desesperava (e com razão) pq o hospital em que estavam de repente foi parar na Lua, a Martha parou do lado Doctor e começou a falar em como aquilo era incrível. Mesmo quando tudo tá um caos, a gente ainda pode apreciar a maravilha das coisas, quem sabe do caos em si.

Se nem por isso vc concorda que a Martha Jones é uma das melhores companions, então lembre-se de que ela viajou o mundo inteiro pra salvar sua família e o Doctor, e passou a perna no Master, que supostamente devia ser tão inteligente quanto o nosso amigo 10th.

A Martha é a companion que vc respeita.


"Eu sou a Dra. Martha Jones. quem diabos é vc?"

03 - Episódios memoráveis + episódios que me fizeram chorar

Episódios memoráveis são episódios que nos fazem chorar, e vice-versa, não são? Mas já que é pra separar as duas coisas, aí vai.

Episódios memoráveis:

The Last of the Time Lords – é o episódio que falei agora a pouco. Pra quem não viu a série ainda, é o seguinte: quando um Senhor do Tempo resolve que vai dominar um planeta e escravizar seus habitantes, acontece isso aí que o episódio retrata. O Doctor achava que era o único sobrevivente da raça, mas o tal Master aparece e inicia o caos na Terra. O problema é que sendo também um Senhor do Tempo, ele conhece os pontos fracos do colega e arranja um jeito de tirá-lo do caminho. Dá uma dor no coração ver o 10th preso e sem defesa e aquela situação se estendendo por meses sem que ninguém achasse uma solução, e por causa dessa agonia toda eu acredito que seja um episódio mais do que memorável.

Listen – sabe aquela sensação levemente perturbadora de quando vc pensa que tem alguém te observando pelas costas ou do canto de um quarto escuro? E se a tal sensação for na verdade um mecanismo de defesa desenvolvido por nossa espécie ao longo tempo contra uma ameaça real? Nesse episódio a gente descobre o que é (ou não?) essa ameaça. É o tipo de história apavorante e mind-blowing onde vc fica o tempo inteiro em suspense, querendo saber o que vai acontecer, ciente de que tem alguma coisa horrível rolando mas nunca consegue entender exatamente o que é. Esse pra mim é o tipo de terror que funciona.


The Master: "Os tambores, os tambores infindáveis."

Episódios que me fizeram chorar:

Vincent and the Doctor – ok, é uma escolha batida, óbvia, unânime e é o maior cliché entre todos whovians, mas não tinha como deixar o episódio do Vincent Van Gogh fora da TAG. No seu tempo, o grande pintor holandês era tido como maluco e desajustado, e quando a cidade onde ele mora começa a ser atacada por uma criatura que só ele pode ver, as pessoas passam a culpá-lo por tudo o que vem acontecendo. Mas existe uma razão especial pela qual o monstro só é visível pro Vincent. Essa razão + a história de Vang Gogh + a cena do museu acabam com qualquer pessoa. Nem precisa falar mais nada.

The Crimson Horror – pronto, esse aqui já não é tão clichê, e mistura terror com investigação. Lá por Yorkshire do século XIX, começam a aparecer uns corpos em cor escarlate e ninguém tem ideia do pq, até que a Madame Vastra reconhece a origem da substância (que vcs vão ter que assistir pra saber pq eu não vou contar haha). Mais pra frente o Doctor e os amigos descobrem que tudo está ligado a um plano de dominação mundial arquitetado por uma dama ambiciosa que possui uma filha cega. Vcs já devem ter imaginado que o motivo das lágrimas tem a ver com essa moça, né? O tanto que ela sofreu nas mãos da própria mãe é pra partir o coração de qualquer um.





Bônus: The Girl Who Waited, The Name of the Doctor, The Empty Child, The Planet of the Ood, Doomsday.

04 - Os três melhores monstros que já apareceram na série

Silence – O que vc acharia de ver um monstro, desviar o olhar, esquecer que o viu, depois olhar de novo e ser como se estivesse vendo pela primeira vez? Isso é um encontro com um Silence.

Vashta Nerada – Eles aparecem no episódio Silence in the Library, e a coisa mais específica que o Doctor diz a respeito é que se vc encontrar com eles, corra. Se bem que o que o 10th mas fez foi correr, então não sei se dá pra ser tão categórico quanto a isso. De qualquer forma, se não quiser virar comida de sombra, é melhor correr mesmo.

E aquelas bonecas sinistras que aparecem no episódio Night Terrors, do garotinho que tem medo de tudo. Não basta as bonecas serem esquisitas como aqueles brinquedos antigos, ainda têm de ser em tamanho REAL e ter a capacidade de transformar humanos em bonecas iguais a elas.

O corpo de uma vítima de um enxame de Vashta Nerada. Não coloquei GIF por motivos óbvios.

05 - Um momento em que vc achou que o Doctor não ia escapar MESMO.

Acho que muita gente deve ter começado a se preparar pra ficar de luto no episódio The Satan Pit, onde 10th entrou naquela caverna horrorosa e teve uma conversa com a criatura mais apavorante que vc pode conceber: o coisa ruim. Nem tenho o que falar dessa história, foi só dor e corações na mão.

06 - Qual especial de natal que vc mais gostou?

O de 2014, Last Christmas, dos aliens que sugavam os miolos das vítimas enquanto elas dormiam. O jeito de mantê-los afastados era o mais sofrido possível: olhou pra eles? Pois trate de não pensar nisso. E quem disse que dá pra desver aquelas coisas? Esse foi um episódio daqueles sufocantes e mind blowing, do tipo que transforma uma coisa extremamente banal em motivo de pesadelos, dor e sofrimento. Por exemplo, um dia desses, comecei a sentir uma leve dor de cabeça bem no canto esquerdo, e até agora tô tentando saber se tô dormindo ou.........


E também teve espaço pra fofices em Last Christmas <3

07 - Caso tivesse que escolher, vc seria um Dalek ou um Cyberman?

Antes, eu tinha certeza de que sabia a resposta pra essa pergunta, mas depois de ver o episódio The Witch’s Familiar, onde a Clara é empurrada pela Missy pra dentro da armadura de um Dalek, tive minhas dúvidas. Esse episódio foi uma verdadeira aula de anatomia Dalek, e por conta dele, acredito que se tivesse que escolher, seria um Cyberman.

Pra vc que não assistiu nada de DW: os Cybermen são robôs com tecnologia avançada o suficiente para converter seres de outras espécies em novos Cybermen. Eles têm um dispositivo no peito que suprimem todas as suas emoções, o que evita reações caóticas depois das conversões, pq imagina vc levantar, se olhar no espelho e ver que não é mais humano e sim uma criatura apavorante de metal que sai gritando “Delete! Delete! Delete!” por onde passa? Então.

Por outro lado, os Daleks são criaturas que usam suas emoções como arma, mas isso não os torna muito melhores que os Cybermen. Por conta de uma limitação em sua estrutura propositalmente implantada por seu criador, Davros, os Daleks só conseguem assimilar emoções negativas, como ódio ao que é diferente e raiva, e são incapazes de acrescentar novos conceitos ao seu banco de dados. Quando um Dalek se depara com um conceito que ele desconhece, como o amor, por exemplo, em vez de compreendê-lo ele vai interpretá-lo com base naquilo que ele já sabe, isto é, de uma maneira negativa. Pra contextualizar: a Missy pediu pra Clara dizer “Eu te amo” de dentro do Dalek, e quando ela o fez, o que saiu foi um “Exterminate!” que assustou até a mim. Também, quando ela tentava dizer “Eu sou a Clara”, tudo o que saía era “Eu sou um Dalek”, como se ela fosse incapaz de assimilar a ideia de uma identidade própria.

Se tem uma coisa que eu acho pior do que não demonstrar emoção nenhuma é querer demonstrar algo e ser mal interpretado. Uma vida só conhecendo ódio e raiva seria algo que eu não conseguiria suportar, então, pra mim, nada de Dalek.


"Delete! Delete! Delete!", random Cyberman.

08 - Qual te dá mais medo: Weeping Angels ou Silence?

Perguntinha doída de responder, hein? Mas fico com os Silence, pq uma coisa que “consola” no caso dos Weeping Angels é o fato de vc não precisar (na verdade, não poder) perdê-los de vista, enquanto que com os Silence isso não acontece. Imagina a situação: vc vê um Silence e fica paralisado de medo, quando a primeira coisa que vc deveria fazer é correr, mas basta desviar o olhar que vc se esquece de que viu um deles. Aí vc olha pro mesmo ponto de novo e toma um novo susto, tão forte quanto o primeiro. E o ciclo se repete até o Silence te alcançar. É um negócio sufocante. Sem contar que se vc encontrar um Angel o máximo que vai te acontecer é vc ser mandado pra outra época, enquanto que eu não sei o que aconteceria se um Silence me pegasse. O não saber é a base de toda boa história de terror, não se esqueça disso.


Veja a imagem de um Silence. Esqueça-a. Agora tenha uma boa noite de sono.

09 - Pra que lugar vc iria com a TARDIS?

Ah, chega, não aguento mais responder pergunta no singular, então vou abrir exceção.

Direto pra primeira metade do século XIX - quando os escritores de literatura gótica estavam no seu auge. A gente teve algo parecido quando o Nine levou a Rose pra conhecer o Charles Dickens, que fez ótimas ghost stories, mas imagina ficar trancado num castelo medieval entre as montanhas da Escócia junto com Anne Radcliffe, Mary Shelley, Ávares de Azevedo, Byron, Le Fanu e quem mais vc conseguir imaginar? Quem sabe a gente também não passa em outras épocas e junta uns escritores de histórias fantásticas de outros períodos também? Eu não sei no que daria, mas tenho certeza de que sairia a melhor enciclopédia gótica da história, e a gente veria a produção dela em primeira mão.

Em qualquer lugar que se situasse nos anos 80 - isso por motivos de: eu amo os anos 80! Não sei se o Doctor ia ficar imaginando se eu estava planejando encontrar a minha mãe quando era jovem, pq ele já tá meio escaldado desconfiado desse tipo de coisa (vide o episódio Father's Day), mas aquela década tem um brilho que infelizmente se perdeu (e eu não tô falando sobre o glitter nas paletas de sombras, que fique bem claro). No Brasil, seria incrível ir pra algum ponto de Brasília onde tivesse rolando um show da Legião Urbana, e na Inglaterra a gente veria os Smiths e aquela penca de banda gótica que não falta em nenhum pack indie que se preze hoje em dia, só que não tem nada que se compare a ver o movimento no seu ápice, sabe? Ah, sim, claro, e quem sabe não rolava algum crossover doido com Stranger Things. Ou com Todo mundo Odeia o Chris.


"A cena no cemitério, os anos dourados."
De utilidade pública: cena do clipe de
She's In Parties, do Bauhaus (1983)

10 - Uma frase favorita.

Frase memorável é o que não falta em Doctor Who, por isso parece uma tarefa impossível escolher só uma. Só que como eu tenho o 11th como preferido, já consigo reduzir um pouco o campo de escolha. E como escolher uma fofice motivacional seria muito óbvio, fico com uma que posso dizer que contribuiu pra que eu me decidisse pelo Doctor do Matt.

“Olá. Eu sou o Doutor. Simplesmente... corra.”

É uma frase que eu gosto tanto que procurei GIF, procurei foto em Tumblr mas não me contentei e tive que colocar esse pequeno vídeo pra vcs terem uma ideia do que eu tô falando. É do primeiro episódio da quinta temporada e podemos dizer que é um dos primeiros lacres do 11th. E se vc assiste esse episódio e não se arrepia nessa cena, já deixo avisado que nós não podemos ser amigos.



11 - Qual seria seu outfit de Doctor Who?

Tem umas coisas legais no Hot Topic, até onde fiquei sabendo, mas como não tô ostentando, vou ter que me virar garimpando peça aqui e ali na minha cidade mesmo. Mas com certeza seria uma coisa tão doida que renderia um post de OOTD começando com “Oi, meninas! O outfit de hoje é pra vcs que sempre quiseram ser Time Ladies, mas deram azar de nascer no planeta Terra” ou nem tanto, sei lá! Provavelmente ia ser um vestido xadrez, meio Clara Oswald, uma gravata borboleta e um casaco azul por cima, ou uma jaqueta de couro. E nos pés, Converse, claro, because Converse shoes are cool. Já nem sei quantas vezes saí por aí ~chocando~ a família tradicional brasileira usando vestido com All Star. Ah, sim, claro, e meias.

Assim como a Clara, eu não sei viver sem uma peça extra, seja meia ou casaco. Nós não somos crias do verão.

12 - Já assistiu algum spin off de Doctor Who? Se sim, o que achou?

Ainda não vi nenhum, pq por mais que ame DW, nunca fui uma grande fã de spin offs. O único spin off que assisti na vida foi OUAT In Wonderland e fiquei com uma sensação desagradável, não por conta da história, mas pelo conceito geral de spin offs. Contudo, fiquei interessada no enredo de Class. Só não garanto que vou assistir.

13 - And the Big Question: O que Doctor Who é pra vc?

É uma big question, mesmo, mas acho que dá pra facilitar dizendo aquilo que a série tem que me representa.

Primeiro de tudo, como disse no post sobre os personagens que são meus amigos, eu aprecio muito a companhia de pessoas mais velhas, em grande parte pq cresci no meio delas. Escutá-las é uma forma que eu tenho de aprender, e de (ahá!) passar o tempo, já que numa conversa eu sou aquela pessoa que prefere te ouvir falar até que vc fique sem assunto, e quem tem mais história pra contar do que alguém que viveu bastante? O Doctor fala pra caramba, e tendo todo aquele tempo de existência o que não falta numa conversa com ele é matéria pra ser discutida, questionada e reavaliada até a gente cansar e falar de outra coisa.

Especialmente se o assunto for música.



Outra coisa é que, por eu ser uma criança introvertida e ter preferências pouco convencionais, nunca me senti confortável com facilidade perto de qualquer pessoa (sabe aquela criatura no ponto de ônibus que conta a história da vida dela pra vc? Então, não sou eu), e levo algum tempo pra aprofundar as conexões com pessoas comuns, o que não acontece quando encontro gente ~in~comum. E o que vc mais vai ver em DW é gente diferenciada, o que inclui as pessoas de outras épocas, os habitantes de outros planetas/galáxias, as companions (afinal, é por isso que elas são companions!) e o próprio Doctor, que não tem a menor dificuldade de lidar com as diferenças (na maioria das vezes). Se vc tentasse fazer amizade comigo, saiba que precisaria dar o primeiro passo, pq eu não tenho talento nenhum em começar amizades hahaha Mas talvez, com o Doctor, seria diferente.

Uma última coisa é que a série foi uma das responsáveis por me fazer gostar um pouco que fosse de Ciências. Lembro que quando chegava a aula de Física, eu sentava na primeira fila e ouvia cada palavra do professor, mas não entendia droga nenhuma: era só cálculo e fórmula e uma penca de explicação pras quais ninguém nunca se lixou em mostrar a importância, pq eu sou do tipo que só se importa em aprender algo se ver utilidade ou fizer sentido. E com gente como o Doctor, assim como o Einstein e o Sagan, tudo fez sentido! Nunca pensei que fosse gostar de uma mínima parcela de Física antes deles, mas hoje eu gosto.

E essa é a TAG maravilhosa de hoje! I don't wanna go, but espero que vcs tenham gostado, no caso de quem já é whovian, e se vc não é, corre pra ver DW já. E não, dessa vez eu não vou me desculpar pelo tamanho do post.

Um beijo e até o dia #5! =)





Comentários

  1. estou MORTA, muito MORTAAAA com essa tag. socooorro! amo/sou doctor who <3

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    1. Mulher, essa TAG me fez pensar "Thank God I have a blog!" Foi muito bom respondê-la!
      Um beijo!!

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  2. Você sabe que eu morro de vontade de assistir e ler também, ouço tanta gente falando sobre Doctor who que fiquei curiosa, e claro que eu já anotei para a próxima leva de séries rs e sua tag me deixou mais curiosa ainda para assistir :)

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    1. Pois então assista, leia e se apaixone! hahahaha Se vc gosta de ficção científica, coisas caricaturais e episódios que desafiam a inteligência, é bem provável que vc goste da série!
      Um beijo!

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    1. (Esqueci de responder teu comentário XD)
      assiste as outras temporadas que elas só melhoram!
      Um beijo!

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  4. Dou de cara com essa TAG M-A-R-A-V-I-L-H-O-SA no teu blog e depois com um "Allons-Y" acima do box de comentário :3
    Doctor Who é uma série que me marcou de uma forma...!!! Me transmite TANTA esperança. Cada resposta tua era uma pontada de emoção.
    Meu Doutor favorito é o Décimo apesar dele ser todo felizão, me identifico com ele quando ele deixa transparecer a parte oposta a isso. E aquele "I don't wanna go"... Que dor e que dor DE NOVO ao ler no final do texto.
    Já o troféu de companion dou para a Donna, cara, amo aquela mulher.
    Episódio? Menina, você deve ter sofrido pra escolher, você ia narrando o ep. e eu já ficava "Ahhh, é verdade, tinha esquecido desse é maravilhoso". O 'Listen' é incrível, 'Vincent and the Doctor' ai ai... Só posso descrever com uma frase tua: "acabam com qualquer pessoa".
    Tenho um carinho especial pelo The Girl in the Fireplace (como não consigo decorar nomes de eps. joguei no Google: doctor who episode fireplace, e fiz a mesma coisa pra descobrir os dos próximos), pelo lado negro do Doutor mostrado em The Family of Blood, da conversa com a besta em The Satan Pit.
    E esse vídeo do 1º ep da 5ª temp., hein? Obrigada por me lembrar dessa cena, porque ela é daquelas que você levanta da cama/sofá mesmo assistindo sozinha para aplaudir.
    Por enquanto só vi assisti a partir do Nono Doutor, mas espero um dia ter tempo para assistir os eps. antigos. Também ainda não li nenhum dos livros, mas quero MUITO.

    Dragões em Júpiter

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    1. AAAHH algo me dizia que eu precisava colocar esse post em destaque! hahaha Tenho um carinho tão especial por ele que nem sei te explicar!
      DW é mesmo uma série que faz a gente pensar em coisas boas como esperança e respeito ao próximo, além de te obrigar o tempo todo a pensar que o mundo e a vida é muito mais do que aquilo que a gente faz ou consegue ver!
      Eu gosto bastante do 10th, só que nunca consegui por ele como meu preferido, não sei pq, e uma coisa que gosto bastante nele é que ele parece sempre intrigado e encantado com tudo que encontra, sem falar que cada expressão dele é um meme pronto, né? hahahaha Outra companion que gosto pra caramba é a Clara, já a Donna levei tempo pra me acostumar, lembro até que no primeiro ep dela a achei insuportável! XD E sim, o vídeo é do primeiro ep da quinta temporada, aquele do Prisioneiro Zero, e foi logo nesse que eu me apaixonei pelo 11th! Até hj me arrepio com essa cena do "Basically run" hahaha O ep Listen me buga até hj, e o The Family Blood me deixa muito incomodada, mas amei a interpretação do irmão mais velho (Harry Lloyd), e nem me lembre de Satan Pit! Quase morremos aí! hahahaha
      Também tô ensaiando ver a Classic Who, só preciso me organizar antes!
      Um beijo!

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