Random: Honeymoon, Moda de A a Z e como estou sobrevivendo ao calor



Oi, amigos, como estão? Espero que estejam bem =)

Parece que a primavera foi passada por alto e já estamos no verão com o calor que anda fazendo </3 Mas não vim aqui pra reclamar da vida (coisa que prefiro fazer em casa sozinha) e sim pra falar um pouco sobre o que tem sido esses dias, que sem dúvida foram de testes de resistência física. Como acontece com muita gente, meu humor azeda quando as temperaturas sobem e a umidade do ar fica baixa, por isso precisei usar a criatividade pra chegar bem (ou quase) até agora.

Mas,
 thank God, Algumas coisas me ajudaram a atravessar a semana. Primeiro, Lana Del Rey voltando graciosamente com seu Honeymoon *-* Quando comecei a ouvir, pensei “uau, isso é tão parecido e ao mesmo tempo tão diferente do Ultraviolence”, e acho que tenho um pouco de razão. Ele tem a mesma lentidão e melancolia do último disco, mas sem aquele véu negro que parece ter dominando todas as canções. Em Honeymoon, isso acontece em períodos alternados. Também gostei de perceber que o maior número de notas agudas deixou o som mais leve, mais doce do que no Ultraviolence e, embora eu goste mais desse último, o Honeymoon já é especial pra mim. Aliás, ele é a razão de eu ter começado a escrever esse post.

Mas antes disso, tive o prazer de ganhar esse quarto volume do
 Moda de A a Z, que é publicado pela Folha. Nessa edição (que ainda não terminei de ler), tem páginas pra Chloé, Chanel e Chalayan, e outros mais. A Chanel tem uma história que me faria escrever um livro e amá-lo (o que é surpreendente, pq raramente amo o que escrevo), mas Chalayan me deixou mais interessada, pq compartilhamos o amor pelo trabalho da Björk, e a menção ao Post foi o ápice da leitura.

No mais, minhas leituras recentes incluíram a conclusão de Insurgente, o segundo volume da saga Divergente, o que pra mim é uma vitória, pois leio sem enrolação qualquer livro que me interesse, mas demoro anormalmente pra concluir sagas (é a mesma coisa com séries, mas acho que já falei disso aqui), e também Lovecraft, que é uma paixão não tão recente: o conto da vez é o Horror de Dunwich, que merece esse nome. Sempre gostei da maneira como os contos dele suscitam o terror por meio de suposições vagas e por poucos trechos descritivos.

Em questão de música, continuo minhas perambulações atrás de novas experiências, algumas vezes com bons resultados, outras nem tanto.

No próximo post, quero falar um pouco sobre o que descobri.

 Um beijo e até lá! =)



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