Poesia: Pra não falar só sobre o clima frio



Oi, amigos, como estão? Espero que estejam bem =)

Hoje o frio me fez andar pela casa enrolada na coberta o dia todo, e pra mim isso é uma bênção. A mana aqui no quarto e meus pais na sala ouvindo música clássica.

Esse mês começou de um jeito engraçado, com coisas novas e projetos antigos.

Que há de novo: estou me viciando em chá <3 Sim, resolvi procurar um no supermercado e trouxe pra casa uma caixinha de frutas silvestres, e o resultado é que agora todo dia eu espero ansiosa pelas 5 da tarde pra dar mais um passo em direção a uma educação inglesa completa.


E de velho: não sei pq, há uns dias retomei meu projeto de tradução pessoal do livro da linda Emilie Autumn, The Asylum for Wayward Victorian Girls, ou o Asilo para Garotas Vitorianas Rebeldes. Pra quem não conhece, é nesse livro que a cantora conta como foram seus dias internada num hospital psiquiátrico, e também a história paralela de uma garota vitoriana chamada Emily (com y). O trabalho ainda tá longe de terminar, mas não quero desistir dele não.


Sim, e essa é a Emilie


Mas voltando ao que é novo, decidi dar uma chance pra série do Arrow, e claro, não me arrependi. Muito embora goste de dizer que não curto arco e flecha tanto quanto espadas, recomendo mesmo (isso pq só vi os primeiros episódios).

E o cachecol roxo que andei criando está quase pronto e eu estou ficando extremamente orgulhosa do resultado.

Enfim, enquanto preparo uma resenha de livro, coisa que não faço há muito tempo e nem lembrava do quanto era bom, deixo esse texto simples mas incrível que encontrei no WHI e uns versinhos meus feitos há um tempo, e a introdução que criei pra eles.


Tradução do texto da foto abaixo, que é um verdadeiro apelo pra que se deixe a conversa fútil de lado:

"Mas eu não quero conversa fútil. Me mande uma mensagem, e sem dizer olá, me conte pq vc ficou tão irritado com sua irmã hoje de manhã. Me conte pq vc tem uma cicatriz em formato de Europa no lado esquerdo do pescoço. Me envie parágrafos sobre o tempo que vc passou na casa da sua avó naquele verão. Me ligue quando estiver meio sonolenta e me conte pq vc acredita em Deus. Me conte sobre a primeira vez que vc viu seu pai chorar. Vá em frente e fale por horas sobre coisas que não pareçam importantes pois eu juro que estarei prestando atenção em cada palavra que vc disser. Me conte tudo. Não quero uma pessoa que só fale sobre o clima."



E aqui o meu poema que eu não to nem um pouco a fim de traduzir e um comentário sobre ele:

“Esses versos existem há algum tempo para falar a respeito da ignorância humana, odiosamente antiga e odiosamente presente na vida de muitos. É uma coisa nociva e separatista, que escraviza e humilha pessoas de todo tipo. É algo que nasce da preguiça, do medo, da superstição, que coloca o mundo em chamas. As torrentes do conhecimento são a única coisa capaz de extingui-la.”


Who are you?
How do you look like?
Why can’t you see
The same things I see?

Find me in everywhere now
To lose me in the next moment
I’m always going to a place
Where you never could find me

Big towns filled of hollow people
Their brains are like wind
Their skins are like paper
Why do they have to be here?
I don’t know

Find me where I want now
To lose me where I conjectured
My mind is always flying
To a wisdom out of touch for you
My soul is walking away
To a place unknown
For people like you


Só um P. S. antes de encerrar o post: tirando a foto da Emilie, todas as fotos foram encontradas no We Heart It.


Um beijo e até o próximo post! =)






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